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Depois de ter seus planos para cobrar uma nova taxa da Netflix e de suas concorrentes por cada título disponível em seus catálogos “revelados”, o governo federal por meio da Ancine (Agência Nacional do Cinema) também pretende atacar a indústria de games com a mesma arma: a Condecine.
A Condecine ou “Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional” é um imposto cobrado a cada cinco anos que já afeta canais de TV fechada e também deve ser levada para serviços de streaming, como noticiamos nesta semana aqui no TecMundo.
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Será que o Estado vai abrir mão de uma taxa em favor da outra?
Essa taxa deve ser cobrada da indústria de games porque a Ancine entende que jogos eletrônicos são também conteúdo de audiovisual, estando, portanto, sob a sua alçada. É curioso notar, entretanto, que para fins comerciais, os games eletrônicos são classificados atualmente pelo governo como “jogos de azar” e, por isso, recebem alta taxação. Será que o Estado vai abrir mão de uma taxa em favor da outra já que não faz sentido colocar o mesmo produto sob duas categorias completamente diferentes?
Seja como for, ainda não parece existir detalhes definidos sobre como a taxa será cobrada em cima dos games. Para conteúdos que realmente fazem parte da categoria “audiovisual”, as empresas pagam ao governo R$ 7.291 por cada título estrangeiro — com duração superior a 50 min — que tiver no catálogo dos consumidores brasileiros. Fora isso, episódios de séries internacionais têm taxa extra de $R$ 1.822,81. Para cada título nacional, a cobrança fica em R$ 1.458,25 por filme e R$ 364,56 por episódio ou capítulo.

De olho no faturamento

Segundo a nota datada de dezembro do ano passado que pretende iniciar a consulta pública, “o jogo eletrônico é também um campo rico em produção cultural”. O texto ainda perpassa o fato de a indústria de jogos online ter registrado um grande crescimento de faturamento entre 2007 e 2015, pulando de US$ 8 bilhões para US$ 28 bilhões no período.
Não há uma certeza por enquanto sobre a possiblidade de o governo federal realmente começar a cobrar esse imposto das distribuidoras de jogos no Brasil, mas a Ancine relembra que o BNDES já começou a financiar empresas que desenvolvem jogos por aqui através do Programa de Desenvolvimento da Economia e da Cultura. 
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Rapaz! Em pleno Carnaval, essa é uma notícia que pegou todo mundo de surpresa: a Microsoft está na busca de consolidar a biblioteca da família Xbox e acaba de anunciar um programa muito animador. Chamado Xbox Game Pass, esse serviço tem uma filosofia parecida com a do Netflix: pague uma quantia por mês e jogue o que quiser entre os títulos retrocompatíveis do Xbox One (e mais no futuro). Mas há uma diferença crucial aqui: os jogos não rodam via streaming, e sim são baixados!
Ainda não há detalhes do preço no Brasil, mas o intuito é que seja algo barato e que traga uma grande variedade de games. Por US$ 9,99 (cerca de R$ 31) ao mês, o assinante terá acesso a mais de 100 jogos retrocompatíveis no console mais recente da Microsoft. Não está claro se todos os jogos já compatíveis com o video game estarão disponíveis, mas certamente é uma quantia generosa (e mais serão adicionados a cada mês).
Xbox Game Pass
O serviço não será apenas para jogos retrocompatíveis e Halo 5 chegará no futuro
Diversas desenvolvedoras já aceitaram o formato e será possível encontrar games da Warner, SEGA, Capcom, Bandai Namco, Deep Silver e muitas outras. Além disso, outros títulos que não são retrocompatíveis devem chegar ao Xbox Game Pass, como Halo 5: Guardians, Payday 2 e NBA 2K16. De acordo com a Microsoft, o serviço chega nesta primavera americana (ou o nosso outono, que vai de março a junho).
Vale ressaltar: o Xbox Game Pass não é a mesma coisa que o PlayStation Now. O novo programa do Xbox não transmite os jogos e não requer conexão constante. Você pode baixar qualquer game disponível e jogá-lo como qualquer outro do seu acervo. E, caso goste muito de alguns deles, a Microsoft facilita a sua vida e dá um desconto para você comprá-lo.
O Xbox Game Pass não funciona com streaming: você pode baixar os jogos e não se preocupar com internet
Caso você seja um membro do Xbox Insider (antigo Preview Program), pode ter a sorte de ser um dos usuários que testará a versão Alfa. Ao longo do tempo, mais pessoas poderão testar previamente o novo serviço. Se você não for selecionado, não se preocupe: o programa não deve demorar muito. Por enquanto, ainda não temos informações sobre o Xbox Game Pass no Brasil.
Mas e aí, o que você achou? A ideia da Microsoft é brilhante. Rodar jogos via streaming ainda é uma realidade distante – especialmente no Brasil –, e a empresa fez esse estudo de mercado justamente para oferecer um serviço em que pudéssemos ter acesso a uma biblioteca de títulos baixáveis. Isso só reforça a filosofia da Microsoft de responder à concorrência através de serviços que tragam benefícios à sua base de usuários. Dê o seu parecer na seção destinada aos comentários, aqui embaixo.
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A Square Enix lançou nesta semana um derivado de Final Fantasy XV, no melhor estilo hack and slash noventista. Batizado de A King’s Tale, a trama acontece 30 anos antes dos eventos revelados na história principal e o melhor: pode ser baixado gratuitamente, tanto para Xbox One quanto para PlayStation 4.
A aventura começa quando Regis, o pai de Noctis, protagonista de FFXV, narra um conto de fadas para o filho. A partir daí, você assume o controle de jovem rei, que tem a companhia de Weskham, Cid e Clarus.
A jogabilidade valoriza a ação contínua e lembra hits como Dungeons and Dragons: Chronicles of Mystara e Final Fight, com direito ao uso de várias magias e invocações de seres poderosos para auxiliar em sua jornada.
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A divertida franquia de role playing game ambientada em um mundo pós-apocalíptico Borderlands deve ganhar em breve mais um capítulo e a desenvolvedora Gearbox Software apresentou o provável visual do título. As imagens foram exibidas pelo presidente da companhia, Randy Pitchfork, durante o painel de apresentação da Unreal Engine no Game Developers Conference, nesta semana, em São Francisco.
O estilo cartunesco deve ser mantido, porém a ideia é fazer algo mais detalhado e flexível. As linhas de contorno que destacam as formas e a proximidade dos objetos foi suavizada, enquanto o interior dos desenhos recebeu texturas procedurais em tempo real.
Os efeitos de luz e sombra são apresentados com “imperfeições” e atravessam superfícies ao invés de serem absorvidos pelas mesmas. Ou seja, não são aplicados de maneira uniforme em diferentes coisas, o que atribui mais naturalidade.
“As novas ferramentas permitem simular cenas em tempo real conforme o período do dia muda e conceber física diferente no caso da exploração de outros planetas, por exemplo. Além da mudança de física, o sol e as luas podem estar em posições diferentes das que estamos acostumados em Pandora”, comentou Pitchfork.

Trama e personagens ainda são segredo

O presidente da Gearbox Software fez questão de frisar que a apresentação teve como objetivo demonstrar a tecnologia da Unreal Engine aplicada nos conceitos de Borderlands e tudo o que foi exibido não se trata exatamente da versão final do game. Uma das imagens mostrou uma personagem, que não foi relevada.
Ainda não há detalhes sobre a história e se os protagonistas das edições anteriores estarão em primeiro plano mais uma vez e nem mesmo há a confirmação do título como Borderlands 3. Ainda sem data de lançamento, o game deve chegar ao PC, PlayStation 4 e Xbox One. Confira abaixo os detalhes no vídeo da Game Developers Conference: